TEXTO: FP 2.5-11
TEMA: TENHAMOS O MESMO SENTIMENTO EM JESUS CRISTO!
Somos convidados a uma profunda reflexão sobre um tema que se encontra no texto de hoje: "Tenhamos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Estas palavras do apóstolo Paulo não são um mero convite ou um conselho, mas um chamado urgente e transformador para moldarmos nossas vidas à imagem do nosso Salvador. Mas, o que significa ter o mesmo sentimento de Jesus? Para compreendermos essa exortação, precisamos contemplar a trajetória gloriosa e, ao mesmo tempo, humilhante do Filho de Deus, conforme nos é revelado neste texto.
Paulo encoraja os cristãos de Filipos a olharem para Jesus Cristo e o terem como exemplo a ser seguido. Olhar para Jesus que trouxe ao mundo um novo significado de vida, uma nova realidade de vivência no relacionamento dos homens com Deus e entre si. Olhar para Jesus que renunciou quando não julgou ser igual a Deus, se esvaziou de sua glória e não teve como usurpação o ser igual a Deus. Olhar para Jesus que foi humilde, assumiu a forma de servo, tornou-se semelhante aos homens e foi reconhecido em figura humana ao tomar uma posição que não era sua. Enfim, olhar para Jesus que obedeceu até a morte, e morte de cruz.
Mas será que temos prazer em viver conforme a vontade de Deus? Será que, de fato, desejamos em nosso coração ter os mesmos sentimentos que Ele tem? Ter os sentimentos de Deus significa buscar um coração cheio de amor, misericórdia, compaixão e justiça. Significa também estar disposto a servir ao próximo, não apenas quando é conveniente, mas como expressão de uma vida transformada pela graça. O verdadeiro relacionamento com Deus nos conduz a uma vida de serviço, humildade e dedicação.Além disso, viver segundo a vontade do Senhor exige responsabilidade. Não se trata apenas de palavras ou de momentos de devoção, mas de uma vida inteira colocada diante d’Ele, com reverência e compromisso. Cada decisão, cada atitude e cada relacionamento devem refletir nossa consciência de que vivemos perante Deus.
Por isso, precisamos refletir seriamente sobre esses questionamentos. Nosso coração realmente se alegra em fazer a vontade do Senhor? Estamos dispostos a moldar nossa vida segundo os Seus princípios?
Estimados irmãos! Por volta do ano de 62, em uma prisão na cidade de Roma, Paulo escreveu uma epístola à igreja da cidade de Filipos. Esta igreja tinha demonstrado grande cuidado para com ele, além das várias ofertas generosas que fizeram (Filipenses 4.10-20). Ela foi um exemplo de uma igreja missionária, mas enfrentava perseguição e ameaça pelos falsos ensinos de pessoas que foram infiltradas na igreja. Sendo assim, Paulo exorta e aconselha os cristãos de Filipos a olhar para Jesus. Ele escreveu uma das mais belas passagens bíblicas sobre Jesus, uma das declarações cristológicas mais importantes das Escrituras aos filipenses.
Na carta que escreveu , Paulo não apenas compartilhou o seu apreço e encorajamento, mas também os confrontou com um chamado profundo e essencial para a vida cristã. Ele mostrou aos filipenses que não basta apenas conhecer a Cristo, é preciso imitá-lo. Ele torna evidente esta questão quando afirma: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” (v.5). Paulo usa aqui o verbo grego φρονεῖτε, que significa “pensar”, “ter mentalidade”, “estar inclinado para”. Literalmente, a exortação é: "Pensai nisto em vós mesmos.” Não se trata apenas de uma reflexão intelectual, mas de uma profunda atitude e adoção de uma maneira de pensar e sentir. É uma apelo ou exortação para que os cristãos de Filipos imitasse a Cristo. Seguissem o seu exemplo ao renunciar a si mesmo e obedecer aos seus mandamentos. Enfim, tivessem o mesmo sentimento (atitude) que houve também “em Cristo Jesus.” (ἐν χριστῶ ἰησοῦ).
Como cristãos, é preciso ter os mesmos sentimentos de Jesus. Ter os mesmos sentimentos significa, antes de tudo, despojar-se de si mesmo, das virtudes que pensamos ter, dos direitos que reivindicamos, das glórias e honrarias que buscamos. Ter os sentimentos de Cristo é assumir, humildemente, a condição de servo, renunciando à nossa própria vontade em favor da vontade de Deus e do bem do próximo. Lembrem-se: para nos aproximarmos de Cristo Jesus, é preciso que tenhamos em nosso coração o desejo de ter os sentimentos que Ele tem!
A Bíblia nos ensina, como seguir o exemplo de Cristo: Paulo afirma em 1 Coríntios: “Sigam o meu exemplo, assim como eu sigo o de Cristo” (1 Coríntios 11.1). Ele ensina os cristãos a examinar cuidadosamente a vida de nosso Salvador, não apenas como um modelo distante, mas como um exemplo vivo a ser imitado em cada detalhe. Jesus também disse aos seus discípulos: “Se alguém deseja ser meu seguidor, deve renunciar a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir-me” (Mateus 16.24). Esta renúncia não é apenas um ato isolado, mas uma postura contínua de negar o egoísmo e as ambições pessoais em favor do Reino de Deus. Ocorre que a essência da vida cristã reside em seguir o exemplo de Jesus Cristo. Isto demonstra que precisamos colocar em prática no dia a dia os sentimentos de Jesus, pois isso envolve amar ao próximo, (Mateus 22.39), perdoar aqueles que nos ofendem (Mateus 6.14-15), buscar a justiça com misericórdia (Miqueias 6.8), ser compassivo com os necessitados (Mateus 25.34-40) e viver uma vida de integridade e santidade (1 Pedro 1.15-16).
Mas qual era o “mesmo sentimento de Cristo” que os filipenses deveriam observar? Paulo apresenta a resposta a partir do versículo 6: “pois ele, subsistindo em forma de Deus.” ( v.6a). Quando Paulo afirma que Jesus foi “subsistindo em forma de Deus,” significa que Cristo é a verdadeira e plena expressão da revelação de Deus. No grego, há duas palavras para explicar o termo "forma": σχῆμα e μορφῇ. A primeira se refere à forma externa, à aparência que muda com o passar do tempo, como a maneira de vestir ou o porte físico em diferentes fases da vida. A segunda, μορφῇ , significa a forma essencial pela qual uma pessoa ou coisa é percebida pela visão; é a aparência externa que não muda, que revela a natureza intrínseca. Paulo usou este segundo termo, μορφῇ, para dizer aos filipenses, que Jesus tinha a forma de Deus, ou seja, Jesus é Deus em sua essência de modo inalterável, e que isto não pode ser mudado pelas circunstâncias. Esta não é uma mera semelhança passageira, mas uma afirmação clara da deidade de Cristo.
Portanto, Cristo é a verdadeira e plena expressão da revelação de Deus. Ele sempre foi e sempre será Deus. Embora sendo Deus, não considerou que ser igual a Deus fosse algo a que deveria se apegar. Paulo afirma que Ele “não teve por usurpação ser igual a Deus,” (v.6b). A palavra grega ἁρπαγμός e do verbo ἁρπάζω é essencial neste versículo. De modo geral significa o ato de pegar pela força, roubo; tomar algo de outro para si mesmo;lapego a alguma coisa. Significa que Jesus não tentou "agarrar-se" ou "apegar-se" ao seu status e papel ,exclusivamente, divinos como o Filho de Deus em sua encarnação. Não considerou que a sua igualdade com Deus fosse algo a ser usado para seu próprio benefício. Isto demonstra a sua humildade e disposição em esvaziar-se a si mesmo. O que se conclui é que Jesus não deixou de ser Deus. Ele é totalmente Deus (João 8.58; 10.30) e sempre existiu desde a eternidade. Basta olharmos para a palavra “ser” por um momento. “Ser” denota a natureza essencial da pessoa, a essência, aquilo que é inalienável e imutavelmente verdadeiro sobre Ele. Enfim, Jesus possui esta natureza como Deus. Esse é o Seu ser, quem Ele é: natureza inata, imutável, eterna, inalterável.
Contudo, Ele abriu mão disso voluntariamente a fim de cumprir a vontade de Seu Pai ao se tornar humano: “Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo” (v. 7a)." Cristo esvaziou-se de quê? De sua deidade? De sua natureza? De suas prerrogativas divinas? De ser igual a Deus? Então, vejamos! Paulo usa o termo κενόω que significa “esvaziar, tornar vazio, privar de força”. Este verbo está na terceira pessoa do singular e na voz ativa, a qual demonstra que a ação foi efetuada “por Cristo” e não “por outra pessoa em Cristo.” Isto identifica Cristo como sujeito realiza a ação de forma independente. Sendo que o objeto dessa ação está presente na palavra precedente derivada de ἑαυτοῦ que significa “ele mesmo, a si mesmo”, indicando que a ação recai sobre o próprio Cristo. A partir deste momento assume a "forma de servo", (μορφὴ δούλου), que descreve sua condição de servo humilde e obediente.
Jesus também “tornou-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana.”(v.7b). Literalmente se tornou humano. Ele assumiu a natureza humana. A natureza humana de Jesus é um tema central na fé cristã, e é descrita na Biblia. Ela apresenta o profundo mistério do eterno e infinito Filho de Deus adentrando no tempo e no espaço e assumindo a natureza humana. Ele viveu como um ser humano. Ele entrou no mundo a partir do ventre de uma mulher, como as demais pessoas. Exercia seu ofício na carpintaria de José. Experimentou fome, cansaço, tristeza, tentação e necessidade de dormir, tal como fez no barco. De fato, Jesus tornou-se semelhante aos homens ao assumir a forma de servo, abrindo mão de seus privilégios celestiais.
Mas por que Jesus se fez semelhante aos homens? Vejamos cinco pontos: primeiro: para se identificar plenamente com a humanidade. Ao se tornar humano, Jesus experimentou em sua própria vida as alegrias, tristezas, tentações (sem pecar), dores e limitações da condição humana. Segundo: para ser o sacrifício perfeito pelo pecado. A lei de Deus exigia um sacrifício perfeito para a expiação dos pecados. Terceiro: para vencer a morte e o diabo. Através de sua morte e ressurreição como homem, Jesus derrotou o poder da morte e do diabo, que tinha domínio sobre aqueles que estavam sob a condenação do pecado (Hebreus 2.14-15; 1 Coríntios 15.54-57). Quarto: para nos dar um exemplo de vida. Jesus viveu uma vida humana perfeita, demonstrando como devemos amar a Deus e ao próximo. Sua humildade, obediência, serviço e amor sacrificial são modelos para os seus seguidores ( 1 Pedro 2.21). Quinto: para revelar plenamente a Deus. Ao se tornar humano, Deus se revelou de uma maneira que a humanidade pudesse compreender e experimentar diretamente. Jesus disse: "Quem me vê, vê o Pai" (João 14:9). Sua vida e seus ensinamentos nos mostram o caráter, o amor e a justiça de Deus de forma tangível.
O preço pago na cruz também se manifesta no sacrifício exemplar de Jesus: “Jesus assumiu a forma de servo e humilhou-se até à morte, e morte de cruz.” (v.8). Jesus é o maior exemplo de humildade que temos na história do mundo. Ele despiu-se de Sua glória e veio como um simples homem, tornando-se servo e assumindo os pecados de toda a humanidade. Agora, precisamos olhar para Jesus e aprender sobre a verdadeira humildade. Reconhecer as nossas falhas! Deixar de lado as nossas posições, poderes e vantagens. Esvaziar-se do "eu" e assumir a forma de servos. Isto ilustra como devemos nos despojar do orgulho e servir a Cristo. Vamos aceitar o convite de Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vocês o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e achareis descanso para a vossa alma.” (Mt 13.28,29). Portanto, ao contemplar a vida do Senhor, podemos encontrar atitudes sempre repletas de humildade.
No entanto, Sua completa humilhação na cruz foi seguida imediatamente pela Sua exaltação: 'Deus o exaltou sobremaneira' (v.9a). A expressão 'exaltou sobremaneira' traduz o verbo grego ὑπερυψόω, que significa exaltar à mais alta posição e poder, elevando à majestade suprema. Expressão que só pode ser aplicada a Cristo. Sendo assim, Deus, o Pai enalteceu o Filho de uma forma gloriosa, elevando até a máxima altura. Deus não deixou Cristo na sepultura, mas levantou-o da morte, levou-o de volta ao céu e o glorificou (At 2.33; Hb 1.3). Deus deu a Jesus “toda autoridade no céu e na terra” (Mt 28.18). Deu a ele autoridade para julgar (Jo 5.27) e fê-lo senhor de vivos e de mortos (Rm 14.9), fazendo-o assentar à sua destra, acima de todo principado e potestade, constituindo-o a cabeça de toda a igreja (Ef 1.20-22).
Que momento maravilhoso! Deus o elevou à mais alta posição e ainda lhe “deu um nome que está acima de todo nome.” (v.9b). Mas não era qualquer nome. Era um nome que o distinguisse, nitidamente, de todos os outros nomes (Ef 1.20-21). Conforme o versículo 11 e Atos 2.36, se tem em vista um nome particular, provalmente, κύριος. Este é um termos que tem vários sentidos: pode significa senhor, mestre, amo quando usado como uma forma de atribuição; nome que chegou a ser o título oficial dos imperadores romanos. A Septuaginta, tradução grega do Antigo Testamento, usa κύριος para substituir o nome YHWH (יהוה), reforçando a ideia de que Jesus compartilha da mesma natureza e autoridade de Deus. Na teologia do Novo Testamento, é o título concedido a Jesus como resultado de sua ressurreição e exaltação: (Atos 2.36).
No entanto, este nome tornou-se comum para expressar o senhorio de Cristo no contexto do mundo greco-romano (Romanos 10.9; Filipenses 2.11). Desta maneira, quando Jesus era chamado κύριος significava que era o Senhor , o Rei dos reis e Senhor de imperadores. Este foi o grande título pelo qual Jesus chegou a ser conhecido na Igreja primitiva, que denota sua soberania absoluta. A Bíblia diz que quem tem o Filho tem a vida. Ele recebeu este nome por herança (Hb 1.4) e por doação (2.9). Por meio desse nome os enfermos são curados (At 3.6), os perdidos são salvos (At 4.12), os crentes são perdoados (1Jo 2.12), os cativos são libertos (Lc 10.17), as orações são respondidas (Jo 16.23). E o apóstolo Paulo diz que devemos fazer tudo em nome de Jesus (Cl 3.17).
Diante deste nome de Jesus, agora, todos O reconhecerão. Paulo afirma “se dobre todo o joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra.” (10a). O verbo κάμπτω (dobrar) significa reverenciar, ajoelhar-se. Demonstra que todos devem dobrar os seus joelhos, seja nos céus, na terra e debaixo da terra. Isto abrange a totalidade da criação. ( Rm 8.22-1 Co 15.24-28; Ef 1.20-22). Ajoelhar-se diante de alguém, especialmente de autoridades, era sempre uma expressão de respeito e reverência por elas. Era a expressão de uma espécie de humildade. Já no sentido religioso o dobrar os joelhos é um símbolo de reverência, submissão e adoração. Na verdade, nos ajuda a focar em Deus, a reconhecer a Sua grandeza e a expressar a nossa dependência d’Ele. Representa abrir mão da autojustiça e de qualquer confiança em nós mesmos, reconhecendo que é somente por meio de Deus que encontraremos a verdadeira força, e é somente nessa força que devemos nos apoiar.
Quantos personagens na Biblia dobraram seus joelhos.É um grande exemplo para o homem. Na dedicação do templo de Jerusalém, “Salomão ficou em pé na plataforma e depois ajoelhou-se diante de toda a assembleia de Israel, levantou as mãos para o céu e orou” (2Cr 6.13). Pouco antes de morrer apedrejado, Estêvão caiu de joelhos e bradou: “Senhor não os considere culpados deste pecado” (At 7.60). Quando Elias “subiu o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos”. Com a cabeça, o peito e o ventre totalmente dobrados em cima dos joelhos, o profeta pediu chuva e ela veio (1Rs 18.42; Tg 5.18). O salmista exclama: “Vinde, adoremos e prostremo-nos, ajoelhemo-nos diante do Senhor, nosso Criador!” (Sl 95.6). Paulo escreve sobre a reverência que presta a Deus, ele a expressa nestas palavras: “Por isso, me ponho de joelhos diante do Pai, do qual toma o nome toda a família nos céus e na terra” (Ef 3.14-15). Mas o maior exemplo e modelo que todos nós temos é Jesus Cristo. Antes de Jesus ir para a cruz, Ele estava de joelhos no Jardim do Getsêmani, como sinal de sua submissão à vontade do Pai. Na agonia do Getsêmani, Jesus “se afastou a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar” (Lc 22.41).
Estes exemplos são demonstrações o quanto devemos também dobrar os nossos joelhos diante do Senhor.Por isso, dobre seus joelhos diante de Deus e clame a Ele, diante de seus problemas, dificuldades e angústias! Lute diante das batalhas que você tem enfretado, dobrando os seus joelhos. Reconheça que você é completamente fraco e indefeso. E ninguém pode ajudá-lo mais do que o Senhor Soberano e Todo - poderoso. Descubra por si mesmo os efeitos transformadores que podem ser alcançados por meio de joelhos dobrados.
Em virtude do poder e majestade de Jesus Cristo, e pelo reconhecimento de que ele é o Senhor, toda língua o confessará. Paulo afirma: “ toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor.”(v.11a). Não basta apenas um reconhecimento interno. É necessário que toda criatura proclame abertamente que Jesus Cristo é o Senhor. Confesse que Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Todo-poderoso Deus, diante de quem os poderosos deste mundo vão ter que se curvar e confessar que ele é Senhor. Este título ‘Senhor”( κύριος) carrega consigo implicações de divindade, autoridade máxima e domínio. E,por isso,devemos confessar! O ato de confessar é uma declaração essencial da nossa fé. Todo este reconhecimento e confissão têm como propósito final a “glória de Deus Pai.”(v.11b). O fim último de todas as coisas é a glória de Deus (1Co 10.31). Toda a glória que não é dada a Deus é glória vazia, é vanglória. Cristo se humilhou e suportou a cruz para a glória de Deus (Jo 17.1). Ele ressuscitou e foi exaltado para a glória de Deus (2.11).
Que possamos aprender com o exemplo de Cristo e buscar viver com a mesma humildade e amor que Ele demonstrou, servindo uns aos outros com alegria e nos dedicando a cumprir a vontade de Deus. Assim, seremos verdadeiramente exaltados por Deus, não por nossos próprios méritos, mas pela graça e pelo amor de Cristo que habita em nós. Amém!
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